Autor: Analuz Maia I Data: 30 de Junho de 2010
No sábado, 12 de junho, a minha igreja promoveu um jantar romântico.
Ao chegarem ao local do evento, os casais depararam-se com um clima imaginativo: decoração festiva, música ao vivo, bombons, etc. Os convidados pareciam estar em sintonia com o ambiente: elegantes, alegres e românticos.
As mulheres, em especial mostravam aquele brilho no olhar, de quem está sentindo-se admirada e desejada. Pudera... estavam especialmente bonitas para os seus pares, que não economizaram nos elogios.
Após escolherem suas mesas e sentarem para um gostoso bate-papo, alguns casais aventuraram-se na pista de dança ao som de uma boa música romântica.
O repertório, muito bem escolhido ajudou a tornar a noite, memorável para todos. Quem afinal resiste a um refrão como este?
“...Nem o sol, nem o mar, nem o brilho das estrelas, tudo isso não tem valor, sem ter você...”
É por isso que a igreja promove eventos como este: na expectativa de que namorados, noivos e esposos possam estar mais próximos. Que possam observar-se mais atentamente, valorizar-se. Perceberem o quanto é especial o encontro de suas vidas.
No corre corre diário é difícil viver uma noite dessas, mas... se foi tão bom, porque não tentar repeti-lo mais e mais vezes na vida pessoal?
É preciso estar no “clima” para namorar. E o “clima” não vem de mão beijada para ocupados pais de família. É necessário prepará-lo em meio à uma vida de responsabilidades.
Só assim pode-se participar de um jantar no dia dos namorados, com os sentimentos atualizados em relação ao parceiro. Só assim é possível ver homens e mulheres dançando e cantando com sinceridade no ouvido do cônjuge:
“Nem o perfume de todas as rosas, é igual à doce presença do teu amor”.
E Jesus fica satisfeito com esses namorados enamorados,
pois foi Ele que os uniu para o amor
e amor, pratica-se.